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	<title>Clínica Veterinária e Petshop AuQmia - Manhuaçu - MG, consultas, vacinas, banho, tosa, veterinaria</title>
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	<description>Clínica Veterinária e Petshop AuQmia - Manhuaçu - MG, consultas, vacinas, banho, tosa, veterinaria, gato, cachorro, hotel</description>
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		<title>Giardíase em cães e gatos</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 09:09:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>
		<category><![CDATA[Gatos]]></category>

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		<description><![CDATA[A giardíase é uma infecção protozoária intestinal crônica de prevalência mundial. Acomete a maioria dos mamíferos, aves e também o homem. Cães e gatos são frequentemente contaminados e a patologia é uma das maiores causas das idas ao consultório veterinário. Sabe-se que existem várias espécies de giárdia. Algumas podem infectar uma variedade de mamíferos enquanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-942" title="giardia" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2012/02/giardia-235x240.jpg" alt="" width="235" height="240" />A giardíase é uma infecção protozoária intestinal crônica de prevalência mundial. Acomete a maioria dos mamíferos, aves e também o homem. Cães e gatos são frequentemente contaminados e a patologia é uma das maiores causas das idas ao consultório veterinário.</p>
<p>Sabe-se que existem várias espécies de giárdia. Algumas podem infectar uma variedade de mamíferos enquanto outras são especificas para cada espécie.<span id="more-940"></span></p>
<p>As giárdias se instalam na mucosa do intestino delgado onde absorvem nutrientes e se reproduzem. Os animais contaminados eliminam cistos nas fezes que são contaminantes para outros animais. A transmissão se completa pela ingestão oral desses cistos.</p>
<p>O animal acometido pode eliminar os cistos nas fezes durante dias ou até mesmo meses. No entanto o mais comum é que a eliminação ocorra de forma intermitente.</p>
<p>Os cistos são bastante resistentes e podem sobreviver longos períodos no ambiente. A superpopulação e a alta umidade favorecem a sobrevivência do cisto e a transmissão da doença.</p>
<p>Os sinais clínicos incluem perda de peso e diarreia crônica com muco. As diarreias podem ser continuas ou intermitentes e geralmente os filhotes apresentam sinais mais intensos. O vômito também pode estar presente em alguns casos.</p>
<p>O tratamento inclui o uso de medicamentos orais associados a uma vacina que consegue reduzir os sinais clínicos, o número e a duração de cistos eliminados no ambiente. A vacina também pode ser usada como forma de prevenção da doença a qual muitas vezes apresenta recidivas.</p>
<p>Os cistos são uma fonte de infecção e reinfecção para os animais principalmente para aqueles que vivem em locais populosos como canis e gatis. Como forma de controle da doença, as fezes devem ser removidas imediatamente na tentativa de minimizar a infecção ambiental. O local contaminado pode ser lavado e desinfetado com água sanitária ou água quente. Como é impossível desinfetar gramados e jardins, devemos saber que esses locais permanecem contaminados até um mês após a remoção do animal doente do ambiente. Os cistos podem se prender a pelagem dos cães e gatos apresentando risco de reinfecção desses animais. Por isso, banhos frequentes são recomendados para o controle da doença. A água também pode ser uma fonte de infecção dos animais e pessoas. Por isso o recomendável é que cães e gatos recebam sempre água filtrada para beber.</p>
<p>Como a doença é uma zoonose, ou seja, é transmissível para o homem e como o contágio se dá através da ingestão de cistos nas fezes, devemos ter sempre o mínimo de higiene ao manipular as fezes de cães e gatos. Além disso, devemos beber água sempre filtrada e nunca de procedência duvidosa.</p>
<p>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira<br />
Médica Veterinária – UFV<br />
Especialista em clinica e cirurgia – UFV<br />
Mestrado em Cirurgia – Unesp – Jaboticabal</p>
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		<title>Síndrome urológica felina</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 10:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gatos]]></category>

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		<description><![CDATA[A Síndrome Urológica Felina (SUF) é um conjunto de alterações e patologias que ocorrem no trato urinário inferior dos gatos. Pode estar associada a uma obstrução da uretra, cistite (inflamação da bexiga), a infecções bacterianas e virais e a presença de cálculos urinários. Como consequência, pode ocasionar graves lesões no rim levando a um comprometimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-939" title="cat-urine" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2012/01/cat-urine-280x224.jpg" alt="" width="280" height="224" />A Síndrome Urológica Felina (SUF) é um conjunto de alterações e patologias que ocorrem no trato urinário inferior dos gatos. Pode estar associada a uma obstrução da uretra, cistite (inflamação da bexiga), a infecções bacterianas e virais e a presença de cálculos urinários. Como consequência, pode ocasionar graves lesões no rim levando a um comprometimento sistêmico e morte do animal.<span id="more-937"></span></p>
<p>A síndrome atinge gatos entre 2 e 7 anos de idade que possuem um histórico de obesidade e falta de exercícios, comem ração seca e ingerem pouca água. Situações de estresse podem desencadear o problema.</p>
<p>Animais acometidos geralmente manifestam dor ao urinar. Muitos podem ser encontrados com maior frequência nas caixas de areia em posição de micção. A urina produzida pode ser em menor quantidade ou até mesmo nenhuma. Muitos gatos passam a urinar fora da caixa de areia ou fora do local de costume irritando seus proprietários que não percebem que este é um sinal clássico de que o animal está doente. A urina pode mudar de coloração assumindo uma cor mais escura ou avermelhada.</p>
<p>A alteração de maior gravidade ocorre quando o gato deixa de urinar. Além do acúmulo de urina na bexiga, podem surgir pequenos cristais, chamados de cálculos na uretra do animal devido a pouca urina que sai. Estes cálculos podem bloquear completamente a passagem e, mesmo que o gato tente, não consegue urinar. Se o animal não receber atendimento médico de urgência, ele pode desenvolver uma insuficiência renal aguda além de correr o risco de ter uma ruptura de bexiga. Quadro grave com alto índice de mortalidade.</p>
<p>Gatos com sintomas de doença do trato urinário devem ser tratados rapidamente e cada caso deve receber tratamento especifico.<br />
Muitas vezes pode haver a necessidade de internação do animal, sondagem da uretra e soroterapia para reposição da hidratação e restabelecimento do equilíbrio eletrolítico do felino.</p>
<p>Na tentativa de prevenção ou na tentativa de evitar recidivas, os gatos devem ter uma alimentação balanceada e se possível indicada por um medico veterinário. A obesidade deve ser combatida e os exercícios físicos devem ser incentivados através de brincadeiras e brinquedos próprios para a espécie. Água limpa deve ser oferecida a vontade e renovada várias vezes ao dia.</p>
<p>Animais debilitados, estressados e preguiçosos estão mais sujeitos à Síndrome Urológica Felina, por isso mantenha seu gato sempre saudável e ativo.</p>
<p>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira<br />
Médica veterinária &#8211; UFV<br />
Especialista em clínica e cirurgia – UFV<br />
Mestre em cirurgia – Unesp &#8211; Jaboticabal</p>
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		<title>Hipotireoidismo em cães</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 19:44:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>

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		<description><![CDATA[O hipotireoidismo é uma doença bastante comum em cães e bem mais rara em gatos. Essa doença afeta a glândula tireóide a qual é responsável por uma série de funções, sendo a sua capacidade de regulação do metabolismo a função mais conhecida. O hipotireoidismo ocorre quando a glândula tireóide passa a não produzir a quantidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-935" title="hyopthyroid-dog-thyroid" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2012/01/hyopthyroid-dog-thyroid-252x240.jpg" alt="" width="252" height="240" />O hipotireoidismo é uma doença bastante comum em cães e bem mais rara em gatos. Essa doença afeta a glândula tireóide a qual é responsável por uma série de funções, sendo a sua capacidade de regulação do metabolismo a função mais conhecida.</p>
<p>O hipotireoidismo ocorre quando a glândula tireóide passa a não produzir a quantidade necessária de hormônio ou até mesmo, cessa por completo a produção hormonal. A doença pode ser ocasionada por uma série de fatores. No entanto, o processo mais freqüente é ocasionado pela destruição auto-imune da glândula, onde o próprio organismo mata as células da tireóide.<span id="more-933"></span></p>
<p>Cães entre 4 e 10 anos são mais propensos a desenvolver a doença assim como animais de raças médias e grandes. As raças mais acometidas são o Dobermann, Teckel, Setter, Schnauzer, Airedale terrier, Golden Retrivier e Cocker Spaniel.</p>
<p>Os sintomas da doença são variáveis e inespecíficos. Isso porque, como os hormônios da tireóide são responsáveis pela regulação do metabolismo celular, a sua deficiência afeta o metabolismo de todos os órgãos e sistemas. Quando um série de sintomas são apresentados ao mesmo tempo pelo animal, o médico veterinário pode suspeitar de tal doença. Os sintomas apresentados com maior freqüência são letargia, aumento do peso, queda de pêlos e ressecamento da pele, anemia, diminuição do ritmo cardíaco, aumento da taxa de colesterol e aumento da sensação de frio. Animais também podem apresentar problemas reprodutivos como infertilidade.</p>
<p>O diagnóstico da doença é confirmado através da dosagem de hormônios no sangue. Os hormônios que devem ser testados são o T3, T4 e o TSH.</p>
<p>Apesar de ser uma doença grave e que se não tratada pode evoluir para a morte do animal, o seu tratamento é relativamente fácil e os sintomas desaparecem rapidamente. O tratamento é feito através da reposição oral de hormônio sintético. O cão deve ser medicado pelo resto da vida e fazer exames periódicos para o manejo correto da dose do medicamento fornecido que pode variar ao longo do tratamento.</p>
<p>É comum animais doentes ficarem anos sem um diagnóstico correto. Animais que engordaram de forma repentina, que estão mais sonolentos e que possuem problemas recorrentes de pele podem estar sofrendo de hipotireoidismo.</p>
<p><span style="color: #888888;"><strong>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> Médica Veterinária – UFV</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> Especialista em clinica e cirurgia – UFV</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> Mestrado em Cirurgia – Unesp – Jaboticabal</strong></span></p>
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		<title>Displasia do cotovelo em cães</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 09:24:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>

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		<description><![CDATA[A displasia do cotovelo é uma anormalidade óssea da articulação entre os ossos do cotovelo (úmero, rádio e ulna), que provoca dificuldades de funcionamento e dor no membro afetado. A doença tem maior incidência nas raças de porte grande e gigante como o Pastor Alemão, Labrador, Golden Retrivier e Rottwieler além de ocorrer com maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A displasia do cotovelo é uma anormalidade óssea da articulação entre os ossos do cotovelo (úmero, rádio e ulna), que provoca dificuldades de funcionamento e dor no membro afetado.</p>
<p>A doença tem maior incidência nas raças de porte grande e gigante como o Pastor Alemão, Labrador, Golden Retrivier e Rottwieler além de ocorrer com maior frequência nos machos.<span id="more-932"></span></p>
<p>A patologia é causada devido a alterações ósseas que ocorrem durante a fase de crescimento do animal, surgindo os primeiros sintomas entre os 4 e os 8 meses de idade. Também nesta doença, a componente hereditária é elevada, estimando-se uma hereditariedade compreendida entre 25% a 45% dos casos.</p>
<p>Um dos sinais mais precoces que pode fazer desconfiar da existência da patologia é o cachorro mancar temporariamente de um ou mesmo dos dois membros anteriores, claudicação essa que vai tendo uma frequência cada vez mais notória; além de relutância à flexão do membro ou mesmo sinais de dor quando se faz essa flexão de forma forçada. Outro dos sinais indicadores da patologia é o desvio dos cotovelos para baixo do peito e dificuldade em se levantar após o exercício.</p>
<p>O diagnóstico definitivo é realizado com o auxílio do raio-x.</p>
<p>A correção do problema pode ser cirúrgica, mas essa intervenção deve ser realizada em animais com até nove meses de idade. Quanto mais jovem o animal for, melhor o prognóstico. Após essa idade, o tratamento recomendado é o paliativo com o uso de antiinflamatórios e repositores articulares. Porém o prognóstico é reservado, pois o quadro evolui para uma artrose na articulação a qual geralmente é muito dolorida e irreversível.</p>
<p>Para tentar prevenir o problema, não devemos acelerar o processo de crescimento dos cães principalmente cães de raças predispostas a apresentarem a displasia do cotovelo. Forneça ração apropriada para a fase de vida de seu filhote e nunca faça suplementação com vitamina ou cálcio se não for recomendado por um médico veterinário.</p>
<p>Filhotes que mancam devem ser imediatamente examinados, pois quanto mais rápido o problema for diagnosticado melhores serão as chances de cura do seu animal.</p>
<p>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira<br />
Médica Veterinária – UFV<br />
Especialista em Clínica e Cirurgia – UFV<br />
Mestrado em Cirurgia – Unesp – Jaboticabal</p>
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		<title>O seu cão usa protetor solar?</title>
		<link>http://www.petshopauqmia.com.br/2011/12/o-seu-cao-usa-protetor-solar/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 13:24:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim como nós humanos, os cães também podem sofrer de câncer de pele principalmente aqueles de pele mais clara. No verão, com a maior incidência dos raios solares, o risco de câncer de pele aumenta. Os cuidados para tentar evitar o problema, não são muito diferentes daqueles que as pessoas devem ter nessa época do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-929" title="protetor-solar-cachorro" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2011/12/protetor-solar-cachorro-280x208.jpg" alt="" width="280" height="208" />Assim como nós humanos, os cães também podem sofrer de câncer de pele principalmente aqueles de pele mais clara. No verão, com a maior incidência dos raios solares, o risco de câncer de pele aumenta.</p>
<p>Os cuidados para tentar evitar o problema, não são muito diferentes daqueles que as pessoas devem ter nessa época do ano.<span id="more-927"></span></p>
<p>Sempre que os animais forem expostos ao sol, devem estar protegidos com protetor solar próprio para cães. O protetor deve ser aplicado na área do focinho, orelhas e ao redor dos olhos. Se o cão tem o hábito de deitar de barriga para cima então a área do ventre também deverá ser protegida com o protetor solar.</p>
<p>Mesmo protegidos, os animais não devem ficar expostos ao sol nos horários mais quentes do dia. O ideal é ficar ao sol somente cedo pela manhã ou ao final da tarde.</p>
<p>Devemos lembrar que além do risco de desenvolver câncer de pele, os cães também possuem maior facilidade de desenvolver a hipertermia que é o aumento exagerado da temperatura corpórea. Isso ocorre porque como a temperatura normal dos cães é maior em comparação com a nossa (em torno de 39 grausoC), o calor que eles sentem é maior do que o que nós sentimos. Por isso, quando estivermos sentindo calor, devemos lembrar que os nossos cães estão bem mais desconfortáveis do que nós e propensos a desenvolver a hipertermia que na maioria das vezes é fatal.</p>
<p>Para tentar driblar o problema do calor exagerado, nunca devemos deixar nossos cães amarrados expostos ao sol, nunca devemos deixá-los fechados dentro do carro, não devemos passear ou realizar qualquer outro tipo de atividade física nos horários mais quentes do dia, devemos sempre respeitar os sinais de cansaço apresentado pelo cão e devemos fornecer água fresca à vontade.</p>
<p>Tomando esses cuidados básicos, tenho certeza de que todos nós e nossos mascotes teremos um ótimo verão!</p>
<p>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira<br />
Médica Veterinária – UFV<br />
Especialista em Clínica e Cirurgia – UFV<br />
Mestrado em Cirurgia – Unesp – Jaboticabal</p>
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		<title>Tumor Venéreo Transmissível em Cães</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 11:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>

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		<description><![CDATA[O tumor venéreo transmissível (TVT) ou o sarcoma de Sticker é um câncer que acomete cães em idade reprodutiva. As fêmeas são mais afetadas que os machos e os cães de rua formam o grupo de maior risco de contágio da doença. Por ser uma doença sexualmente transmitida, os tumores vão se localizar principalmente na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tumor venéreo transmissível (TVT) ou o sarcoma de Sticker é um câncer que acomete cães em idade reprodutiva. As fêmeas são mais afetadas que os machos e os cães de rua formam o grupo de maior risco de contágio da doença.<span id="more-926"></span></p>
<p>Por ser uma doença sexualmente transmitida, os tumores vão se localizar principalmente na mucosa vaginal no caso das fêmeas e na mucosa do prepúcio e pênis no caso dos machos. Em raros casos ocorre metástases para outros órgãos do corpo.<br />
O tumor é adquirido e transmitido através do contato sexual, ou seja, durante a cruza. Outra forma de contágio são os cães que lambem ou farejam a área genital acometida. A transmissão é feita na forma de transplante de células cancerosas do animal doente para o sadio.</p>
<p>O principal sintoma da doença é a presença de tumores sanguinolentos e com forma de couve flor localizados nos órgãos genitais dos animais. No início podem se apresentar como pequenos nódulos avermelhados que depois se desenvolvem em massas tumorais de até 10 cm de diâmetro.</p>
<p>O tratamento mais eficiente para o tumor venéreo transmissível é a quimioterapia que deve ser realizada por um profissional veterinário. O tratamento é bastante eficiente com um alto indicie de cura.</p>
<p>Animais não tratados podem desenvolver alterações sanguíneas, apresentar hemorragia profusa, apresentar obstrução da vagina no caso das fêmeas e fimose no caso dos machos.</p>
<p>A melhor maneira de prevenir o TVT é não deixar animais soltos nas ruas e controlar a cruza dos cães uma vez que a doença é transmitida por via sexual.<br />
Animais diagnosticados com o tumor devem ser afastados da reprodução até que estejam totalmente curados.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em><strong>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Médica veterinária &#8211; UFV</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Especialista em clínica e cirurgia – UFV</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Mestre em cirurgia – UNESP – Jaboticabal</strong></em></span></p>
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		<title>Manejo reprodutivo em cadelas</title>
		<link>http://www.petshopauqmia.com.br/2011/12/manejo-reprodutivo-em-cadelas/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 16:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>

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		<description><![CDATA[Em média, as cadelas de pequeno porte manifestam o seu primeiro cio por volta dos seis meses de idade e cadelas de porte maior podem manifestar o cio somente por volta de um ano de idade. Durante o cio a vulva incha e surge um sangramento vaginal. Nesse momento, as cadelas ainda não estão no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em média, as cadelas de pequeno porte manifestam o seu primeiro cio por volta dos seis meses de idade e cadelas de porte maior podem manifestar o cio somente por volta de um ano de idade.<span id="more-924"></span></p>
<p>Durante o cio a vulva incha e surge um sangramento vaginal. Nesse momento, as cadelas ainda não estão no período fértil e normalmente não aceitam a cópula. O período fértil vai ocorrer assim que esses sintomas diminuírem. O inchaço e o sangramento duram em média sete dias. No entanto, algumas cadelas podem permanecer até 40 dias com sangramento vaginal. Esse longo período de cio ocorre com maior frequência durante os primeiros cios do animal e tendem a se normalizar com o tempo. O momento de fertilidade também dura em media sete dias.</p>
<p>Cadelas saudáveis manifestam o cio a cada seis meses. Já cadelas que são acometidas por problemas no trato reprodutivo ou possuem outras doenças como hipotireoidismo, podem apresentar o cio com maior ou menor frequência. No entanto, essas alterações são patológicas.</p>
<p>Para que ocorra o acasalamento, o ideal é colocar a cadela junto com o macho no momento em que a vulva já não está mais inchada e que o sangramento já não é tão evidente. De maneira geral, entre o nono e décimo primeiro dia do ciclo. Várias cópulas devem ocorrer e por isso o casal deve permanecer junto por pelo menos três dias. No caso de inseminação artificial, a inseminação deve ser feita por três vezes, uma vez a cada dois dias.</p>
<p>Muitas fêmeas são extremamente territorialistas não permitindo que o macho permaneça em seu domínio mesmo ela estando no cio. Por isso, o indicado para que a cruza aconteça, é que a fêmea vá ao território do macho. Em território alheio, as fêmeas tendem a ser mais submissas.<br />
O tempo de gestação da cadela é somente de dois meses e em média varia de 58 a 62 dias.</p>
<p>Ter uma cadelinha gestante e filhotinhos em casa pode ser bastante divertido, mas é importante pensar muito antes de acasalar os animais. Os filhotinhos são responsabilidade dos donos da cadela e é dever deles conseguir um bom lar para todos. Muitas vezes, principalmente em grandes ninhadas, não conseguimos doar ou vender todos os filhotes e é nosso dever não abandonar aquele filhote que ficou. Além disso, existe uma população imensa de animais com raça e sem raça que estão abandonados nas ruas ou em abrigos a espera de um dono. A reprodução de cães é um assunto que exige responsabilidade.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira</em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em> Médica veterinária – Universidade Federal de Viçosa</em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em> Especialista em clínica e cirurgia – Universidade Federal de Viçosa</em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em> Mestre em cirurgia – UNESP – Jaboticabal</em></span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Raiva</title>
		<link>http://www.petshopauqmia.com.br/2011/11/raiva/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 09:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gostaria de falar sobre a raiva, pois além de ser uma grave zoonose, ou seja, transmissível do animal para o ser humano, geralmente também leva a morte. A melhor prevenção ocorre através da vacinação e as vacinas geralmente são fornecidas pelas prefeituras durante as campanhas de vacinação. No entanto, esse ano não haverá a campanha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-923" title="raiva-cao" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2011/11/raiva-cao-280x210.jpg" alt="" width="280" height="210" /></p>
<p>Gostaria de falar sobre a raiva, pois além de ser uma grave zoonose, ou seja, transmissível do animal para o ser humano, geralmente também leva a morte. A melhor prevenção ocorre através da vacinação e as vacinas geralmente são fornecidas pelas prefeituras durante as campanhas de vacinação. No entanto, esse ano não haverá a campanha na nossa região e também não ocorrerá em vários outros lugares do país, o que pode aumentar os casos de raiva humana, canina e felina no Brasil.<span id="more-922"></span></p>
<p>A raiva é transmissível através do contato com a saliva do animal doente mesmo que este ainda não apresente sintomas da doença. Isso ocorre por meio de mordida, arranhão e lambedura do animal portador. O vírus, quando inoculado no organismo indefeso, se instala no sistema nervoso ocasionado os sintomas da doença.</p>
<p>De modo geral, as pessoas e os animais manifestam os mesmos sintomas resultantes da perturbação nervosa. Eles podem apresentar excitação, depressão e paralisia. Podem também ter a sensação de falta de ar e a hidrofobia que é o medo de líquidos. Em poucos dias os sintomas se agravam causando a morte.</p>
<p>Geralmente os sintomas se manifestam de15 a 60 dias após a infecção. Se a pessoa for mordida no rosto, braços ou pescoço, que são áreas próximas ao cérebro, a doença evolui mais rapidamente.</p>
<p>Além dos cães e gatos, outros transmissores da doença são os morcegos hematófagos, bovinos e equinos. No entanto, os maiores disseminadores da doença em humanos, são os cães.</p>
<p>A prevenção da doença pode ser feita através de atitudes simples como não permitir o livre acesso dos animais à rua, sempre sair com os animais na coleira e sobcontrole, nunca provocar um animal principalmente se ele for desconhecido, nunca tocar em um animal estranho, ferido ou que esteja se alimentando e nunca separar briga de cães ou gatos ou mexer com fêmeas com filhotes. No entanto, o melhor método preventivo ainda é a vacinação que deve ser aplicada todos os anos, sem exceção, em todos os cães e gatos a partir dos 3 meses de vida.</p>
<p>Pessoas que forem atacadas por animais suspeitos, devem lavar o ferimento com água e sabão e procurar imediatamente a orientação médica. O animal suspeito de estar raivoso não deve ser sacrificado e deve ser mantido em observação por pelo menos 10 dias. Se um animal que esteja vacinado for mordido por outro raivoso, ele deve ser revacinado e ficar em observação por 90 dias.</p>
<p>A raiva é uma doença grave e que mata. Infelizmente esse ano não haverá campanha de vacinação antirrábica. Por isso, é importante que se procure um consultório veterinário para que o animal seja devidamente vacinado. É obrigatório que o animal receba a vacina anualmente por toda a sua vida. A questão dos efeitos colaterais ocorridos na campanha de 2010 foi um problema isolado e esses efeitos normalmente não ocorrem, o que faz com que a vacina seja bastante segura.</p>
<p>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira<br />
Médica veterinária – Universidade Federal de Viçosa<br />
Especialista em clínica e cirurgia – Universidade Federal de Viçosa<br />
Mestre em cirurgia – UNESP – Jaboticabal</p>
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		<title>Picadas de cobras em cães</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 09:33:17 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas estações quentes e chuvosas aumentam as ocorrências de acidentes com cobras já que esses animais saem mais das tocas durante esse período. Em nosso país, existem várias espécies de cobras venenosas, porém apenas algumas provocam acidentes com maior freqüência. Entre elas podemos citar as cascavéis, corais, surucucus e as jararacas que são responsáveis por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-921" title="cobra-cao" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cobra-cao-280x167.jpg" alt="" width="280" height="167" />Nas estações quentes e chuvosas aumentam as ocorrências de acidentes com cobras já que esses animais saem mais das tocas durante esse período. Em nosso país, existem várias espécies de cobras venenosas, porém apenas algumas provocam acidentes com maior freqüência. Entre elas podemos citar as cascavéis, corais, surucucus e as jararacas que são responsáveis por 90% dos acidentes.<span id="more-919"></span></p>
<p>Os cães se envolvem mais em acidentes ofídicos quando comparados com os gatos. Isso ocorre pois o cão é mais curioso e se aproxima das cobras com mais facilidade. Por isso as picadas geralmente ocorrem na região do focinho, peito e pescoço do animal.</p>
<p>Os sintomas apresentados por um animal picado pode variar de acordo com a quantidade de veneno que foi injetado. De forma geral, como a picada é muito dolorosa, os animais vão manifestar sintomas de dor. Se a picada ocorrer em algum membro, normalmente o animal vai relutar em apoiar esse membro no chão. Além disso, muitas vezes conseguimos ver os furos causados pela marca dos dentes da cobra na pele do cão. A região pode inchar e a pele tornar-se arroxeada. Os pêlos podem começar a descolar. Alguns animais podem entrar em choque quando for grande a quantidade de veneno injetado. Como uma alteração mais tardia, poderá ocorrer necrose da pela próxima ao local da picada. Quando a mordida for próximo a região do pescoço, o edema local formado poderá dificultar a respiração.</p>
<p>É importante conseguir um atendimento especializado o mais rápido possível. É indispensável que o animal receba o tratamento com soro antiofídico além de outros cuidados médicos como soroterapia e antibioticoterapia. Até que se consiga o atendimento de um médico veterinário é importante seguir algumas orientações. É importante manter o animal calmo e o mais quieto possível para não agravar os efeitos do veneno. Se o animal permitir, lave o local da picada com água e sabão. Uma bolsa de gelo pode ser colocada sobre o local da picada para tentar diminuir o edema e aliviar um pouco da dor. Animais em choque devem ser mantidos aquecidos até que recebam atendimento especializado.</p>
<p>É indispensável receber atendimento veterinário pois mesmo que o animal não apresente sintomas graves ao ser picado, existem danos que ocorrem mais tardiamente como a necrose do local onde o animal foi mordido além de insuficiência renal podendo ocorrer a falência do órgão ocasionado a morte do animal.<br />
Nunca devemos cortar o local da picada na tentativa de remover o veneno. Isso porque, alguns venenos como o da jararaca, por exemplo, causam hemorragia. Quando cortamos a pele podemos causar uma hemorragia grave piorando o quadro clinico do animal. O torniquete também não deve ser usado. Fazendo o torniquete, a alta concentração de veneno no local da picada pode causar gangrena inclusive podendo ocasionar a perda do membro. Também não devemos tentar sugar o veneno do local da picada. Além de ser muito difícil conseguir retirar o veneno por esse método, é extremamente perigoso para quem o faz. Caso a pessoa tenha carie ou alguma ferida na boca, ela poderá se infectar também.</p>
<p>Devemos preservar os predadores naturais das cobras. Animais como as emas, gansos, seriemas, gaviões, gambás e a cobra Muçurana são exemplos de predadores naturais das cobras venenosas. Devemos combater os ratos, pois as cobras alimentam-se deles. Manter os terrenos e quintais limpos também ajuda a manter as cobras afastadas.<br />
Coloque os sacos de ração em locais altos ou em recipientes bem fechados. Desmatamentos e queimadas devem ser evitados. Além de destruir a natureza, provocam mudanças de hábitos dos animais, que se refugiam em paióis, celeiros, se aproximando cada vez mais das casas, dos seres humanos e dos nossos animais de estimação.</p>
<p>Tanto o animal como o ser humano pode sobreviver a um acidente com cobras, desde que medicados à tempo. Ninguém se torna imune ao veneno após ser picado e sobreviver, ou após receber o soro. Por isso, procure ajuda médica o mais rápido possível e mantenha o ambiente o mais limpo possível para tentar manter a s cobras afastadas.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em><strong>Dra. Vanessa Mollica C.Teixeira</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Médica veterinária – UFV</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Especialização em clínica e cirurgia – UFV</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Mestrado em cirurgia – Unesp – Jaboticabal</strong></em></span></p>
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		<title>Benefícios da esterilização ou castração de cadelas e gatas</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 17:44:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gatos]]></category>

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		<description><![CDATA[A castração é uma  cirurgia feita sob anestesia geral, onde nas fêmeas são retirados os ovários, trompas e útero impedindo assim a procriação. A castração garante uma vida adulta bastante saudável para os animais e bem mais tranquila para os donos. Especialmente no caso das fêmeas caninas, que após castradas, deixam de apresentar sangramento característico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A castração é uma  cirurgia feita sob anestesia geral, onde nas fêmeas são retirados os ovários, trompas e útero impedindo assim a procriação.</p>
<p>A castração garante uma vida adulta bastante saudável para os animais e bem mais tranquila para os donos. Especialmente no caso das fêmeas caninas, que após castradas, deixam de apresentar sangramento característico do cio, o qual geralmente é bastante incomodo para a maioria dos proprietários. Já as gatas, param de emitir a vocalização (gritos) e comportamento alterado característicos do cio e diminuem o acesso a rua.<span id="more-916"></span></p>
<p>Animais esterilizados deixam também de perpetuar doenças geneticamente transmissíveis como epilepsia, displasia coxofemoral, catarata juvenil, sarna negra entre outras.</p>
<p>Em resumo, os maiores benefícios da esterilização de fêmeas são:</p>
<ul>
<li>As fêmeas não têm mais cio, gravidez psicológica e nunca ficarão prenhes (grávidas).</li>
<li>Evita crias indesejadas que resultarão em superpopulação e em conseqüência, a eutanásia de animais abandonados em ruas e abrigos.</li>
<li> Diminui a chance de surgimento de tumor de mama principalmente quando a castração ocorre antes dos dois anos de idade e de preferência entre o primeiro e segundo cio.</li>
<li>Evita complicações de gestação e parto.</li>
<li>Evita a piometra que é uma grave infecção uterina que acomete fêmeas adultas e que muitas vezes necessita a realização de uma intervenção cirúrgica de emergência. A afecção se não tratada a tempo, pode levar o animal a óbito.</li>
<li>Pesquisas demonstram que animais castrados têm uma expectativa de vida de 4 anos a mais do que os não castrados.</li>
<li>Ajuda a controlar a população de animais e a diminuir a quantidade de animais abandonados que geram problemas de saúde pública.</li>
</ul>
<p>Ao contrário do que muitas pessoas pensam fêmeas NÃO precisam ter tido uma cria para serem esterilizadas. Ter cria não acrescenta saúde ao animal que poderá ter uma vida saudável sem nunca ter cruzado ou gerado filhotes.</p>
<p>Nunca se esqueça que para cada filhotinho que nasce em sua casa, outro está sendo abandonado, sofrendo maus tratos pelas ruas ou mortos nos canis da prefeitura.</p>
<p>A superpopulação de cães e gatos é um problema que acontece em várias partes do mundo. As conseqüências dessa situação são trágicas, tanto para os animais, quanto para a população humana, que enfrenta uma séria questão de saúde pública. Vale lembrar que a presença de cães e gatos soltos nas ruas pode provocar acidentes de trânsito, sujeira e a transmissão de doenças. Além disso, é vergonhoso constatar que, nos centros de zoonose são sacrificados milhares de animais todos os anos. Isso sem contar outros tantos milhares que morrem nas ruas, atropelados, submetidos a atos criminosos e cruéis ou vitimados por doenças (zoonoses).</p>
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