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	<title>Clínica Veterinária e Petshop AuQmia - Manhuaçu - MG, consultas, vacinas, banho, tosa, veterinaria</title>
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	<description>Clínica Veterinária e Petshop AuQmia - Manhuaçu - MG, consultas, vacinas, banho, tosa, veterinaria, gato, cachorro, hotel</description>
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		<title>Vacinar versus cadela/gata em período reprodutivo</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 01:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>
		<category><![CDATA[Gatos]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das maiores dúvidas que os proprietários de cadelas e gatas possuem, é em relação à recomendação da vacinação de animais durante o período do cio, gestação ou amamentação. Em qualquer uma dessas ocasiões ou fases do período reprodutivo, as fêmeas se encontram sob forte influência hormonal. A vacinação durante qualquer um desses períodos pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das maiores dúvidas que os proprietários de cadelas e gatas possuem, é em relação à recomendação da vacinação de animais durante o período do cio, gestação ou amamentação.<span id="more-980"></span></p>
<p>Em qualquer uma dessas ocasiões ou fases do período reprodutivo, as fêmeas se encontram sob forte influência hormonal. A vacinação durante qualquer um desses períodos pode sofrer interferência dos hormônios resultando em uma menor resposta vacinal, ou seja, diminuindo a capacidade de proteção garantida pela vacina.</p>
<p>A vacinação de cadelas gestantes normalmente não apresenta riscos à saúde dos fetos a não ser a vacina contra panleucopenia felina que pode causar aborto ou má formação fetal. No entanto, durante a gravidez, a resposta vacinal também pode ocorrer de forma diminuída não sendo por isso, uma prática indicada.</p>
<p>Quando o período vacinal conhecidir com a fase reprodutiva, a vacinação deverá ser antecipada para que se obtenha a imunidade esperada. Além disso, caso à fêmea se torne gestante, a correta imunização prévia garantirá também a proteção dos filhotes até os 45 dias de idade, quando esses igualmente deverão iniciar o seu protocolo de vacinação.</p>
<p>A decisão de vacinar as fêmeas em período reprodutivo vai depender do bom senso de proprietários e veterinários. Caso o animal vá entrar em situação de risco como necessitar sair de casa ou freqüentar gatis e canis, o animal deverá ser vacinado mesmo sabendo que a imunização pode ser menos eficiente. Caso contrário, o mais indicado é esperar o completo restabelecimento da fêmea para que ela possa ser vacinada de forma correta e mais eficaz.</p>
<p>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira<br />
Médica Veterinária – UFV<br />
Especialista em clinica e cirurgia – UFV<br />
Mestrado em Cirurgia – Unesp – Jaboticabal<br />
Capacitação em cirurgia ortopédica &#8211; UFV</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Déficit do número de cães-guia no Brasil é alarmante</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 11:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o conselho brasileiro de oftalmologia, há 1,4 milhão de deficientes visuais no Brasil contra cerca de 60 cães-guia, de acordo com as ONGs que os capacitam. Este imenso déficit se deve a dificuldade em treinar um cão. O processo dura cerca de 2 anos e custa mais de 20 mil reais.  Para os deficientes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-979" title="cao_guia" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2012/05/cao_guia.jpg" alt="" width="220" height="171" />Segundo o conselho brasileiro de oftalmologia, há 1,4 milhão de deficientes visuais no Brasil contra cerca de 60 cães-guia, de acordo com as ONGs que os capacitam. Este imenso déficit se deve a dificuldade em treinar um cão. O processo dura cerca de 2 anos e custa mais de 20 mil reais. <span id="more-977"></span></p>
<p>Para os deficientes visuais, que com o cão-guia ganham mais independência e qualidade de vida, resta entrar em filas, que podem durar anos, ou importar um cão, processo caro e difícil, uma vez que os estrangeiros não têm prioridade no recebimento dos animais treinados.</p>
<p>Em instituições filantrópicas como no Projeto Cão-Guia do Distrito Federal e a Escola De Cães-Guia Helen Keller de Santa Catarina, os deficientes não pagam pelo animal, mas esperam por tempo indeterminado. No entanto, a crise é tamanha que a Escola de Cães-Guia não está mais aceitando inscrições.</p>
<p>Este cenário poderia ser diferente se as instituições recebessem mais recursos, além da ajuda de voluntários.</p>
<p><span style="color: #888888;"><strong>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> Médica Veterinária – UFV</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> Especialista em clinica e cirurgia – UFV</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> Mestrado em Cirurgia – Unesp – Jaboticabal</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> Capacitação em cirurgia ortopédica &#8211; UFV</strong></span></p>
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		<title>Panleucopenia Felina</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 10:50:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gatos]]></category>

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		<description><![CDATA[A panleucopenia é uma doença de origem viral que acomete os felinos. Os sintomas podem variar dependendo da agressividade da cepa viral, estado imunológico do animal e a ocorrência de possíveis complicações associadas a infecções bacterianas secundárias. A panleucopenia pode se manifestar através de duas formas diferentes. Na forma mais comum, o animal apresenta um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-975" title="GatoPanleucopeniaFelina" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2012/05/GatoPanleucopeniaFelina.jpg" alt="" width="220" height="165" />A panleucopenia é uma doença de origem viral que acomete os felinos. Os sintomas podem variar dependendo da agressividade da cepa viral, estado imunológico do animal e a ocorrência de possíveis complicações associadas a infecções bacterianas secundárias.<span id="more-973"></span></p>
<p>A panleucopenia pode se manifestar através de duas formas diferentes. Na forma mais comum, o animal apresenta um quadro de gastrenterite, ou seja, sintomas de vômito e diarreia associados a uma diminuição das células de defesa.  A outra forma de apresentação da doença é mais rara de ocorrer e atinge principalmente a recém-nascidos. Os sintomas são de origem neurológica.</p>
<p>Existem poucos dados a respeito da prevalência da doença. Sabe-se que os casos têm diminuído graças às vacinações realizadas de forma preventiva nos animais. No entanto, a doença ainda é muito frequente em gatos de rua ou procedentes de locais onde a população é muito alta como em gatis. A panleucopenia é uma das principais causas de mortalidade nesses grupos de risco.</p>
<p>Infelizmente, animais acometidos têm uma grande probabilidade de não resistir à doença o que faz com quem ela tenha uma alta taxa de mortalidade. No entanto, a sobrevida vai depender da precocidade em que se realiza o diagnostico e que se inicia o tratamento.</p>
<p>O diagnóstico da doença pode ser comprovado através de exame laboratorial. É muito importante que os gatos doentes sejam consultados o mais rápido possível principalmente se forem animais jovens ou provenientes de um grupo de risco.</p>
<p>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira<br />
Médica Veterinária – UFV<br />
Especialista em clinica e cirurgia – UFV<br />
Mestrado em Cirurgia – Unesp – Jaboticabal<br />
Capacitação em cirurgia ortopédica &#8211; UFV</p>
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		<title>Cães estimulam crianças a ler</title>
		<link>http://www.petshopauqmia.com.br/2012/04/caes-estimulam-criancas-a-ler/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 11:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a ajuda de cães treinados, muitas crianças em idade de alfabetização e que não se interessavam por livros têm se transformado em boas leitoras, além de ganhar confiança e desenvolver habilidades de comunicação. Funciona assim: uma vez por semana, durante dez semanas, a criança de 7 a 10 anos lê para um cão sentado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-972" title="cachorro-e-crianca-lendo" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cachorro-e-crianca-lendo.jpg" alt="" width="250" height="167" />Com a ajuda de cães treinados, muitas crianças em idade de alfabetização e que não se interessavam por livros têm se transformado em boas leitoras, além de ganhar confiança e desenvolver habilidades de comunicação.<span id="more-971"></span></p>
<p>Funciona assim: uma vez por semana, durante dez semanas, a criança de 7 a 10 anos lê para um cão sentado ou deitado quietinho perto dela, como se ele prestasse atenção a leitura. O condutor do cão, que acompanha tudo, pode ajudar a criança se ela tiver dificuldades ou pedir que ela explique com as próprias palavras a historia para o cão.</p>
<p>O efeito tranquilizador que o cão proporciona, ajuda a criança a ganhar confiança, refletindo-se nas habilidades de leitura. Essa é a essência pedagógica do programa Reading Education Assistance Dogs, ou seja, “Cães Assistentes da Educação para a Leitura”, desenvolvido a mais de 12 anos nos Estados Unidos.</p>
<p>Hoje o programa é aplicado por mais de dois mil voluntários de terapia assistida em países como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. “Há crianças que ficam esperando na biblioteca, depois do fim da sessão de leitura, só para ver se algum aluno falta para que possam ler de novo”, conta a coordenadora de uma das ONGs que participam do programa e dona da cadela mestiça Annie, cujo grupo já ajudou mais de 1200 crianças em escolas e bibliotecas da região de Nova Iorque. “Alguns pais se surpreendem quando ouvem pela primeira vez os filhos lendo em voz alta”.</p>
<p>Ao contrário dos colegas de classe ou até mesmo dos professores, o cão não critica e nem julga.  Ouve e ajuda a construir a autoestima da criança.</p>
<p>Mais uma vez, após ler mais um texto de como os animais podem ajudar de forma tão magnífica os seres humanos, me pergunto por que não reproduzimos aqui no nosso país, ideias geniais como essas?  Em vez disso, perdemos tempo discutindo qual seria o melhor método de eliminar e sacrificar todos os cães abandonados. Está mais do que claro, que a nossa sociedade, só conseguirá evoluir socialmente e culturalmente, a partir do momento em que nós brasileiros passarmos a entender e principalmente a respeitar a vida animal!</p>
<p><strong><em>Texto retirado da revista Cães e Cia no395.</em></strong></p>
<p>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira<br />
Médica Veterinária – UFV<br />
Especialista em clinica e cirurgia – UFV<br />
Mestrado em Cirurgia – Unesp – Jaboticabal<br />
Capacitação em cirurgia ortopédica &#8211; UFV</p>
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		<title>Proprietários de cães da raça Collie, Atenção!</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 11:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns cães da raça Collie possuem especial sensibilidade a certas drogas. Aproximadamente 70% deles, são portadores de uma mutação genética que causa acúmulo de algumas drogas em diversas células do corpo como no cérebro, na medula óssea e nos rins. A boa noticia é que já é possível detectar se o cão possui essa mutação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-967" title="Collie" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Collie.jpg" alt="" width="235" height="184" />Alguns cães da raça Collie possuem especial sensibilidade a certas drogas. Aproximadamente 70% deles, são portadores de uma mutação genética que causa acúmulo de algumas drogas em diversas células do corpo como no cérebro, na medula óssea e nos rins.<span id="more-966"></span></p>
<p>A boa noticia é que já é possível detectar se o cão possui essa mutação através do exame de DNA. No Brasil, esse serviço é oferecido pelo laboratório de diagnóstico molecular da Universidade Estadual Paulista, a Unesp de Botucatu. Os interessados em realizar o exame em seu cão, podem obter maiores informações através do site www.idmvet.com.br.</p>
<p>É importante que proprietários de cães da raça Collie e também seus médicos veterinários, fiquem cientes da lista de medicamentos proibidos para uso nessa raça em questão. Dentre algumas das substâncias contraindicadas, podemos citar a ivermectina, moxidectina, selamectina, abamectina, milbemicina, dexametasona, hidrocortisona, eritromicina, morfina, acepromazina, loperamida, digoxina, butorfanol, ondansetrona, além de alguns quimioterápicos como a vincristina, vinblastina e doxorrubicina.</p>
<p>As substâncias de uso proibido tendem a apresentar nos Collies reações adversas variadas como salivação intensa, incoordenação, cegueira, comprometimento respiratório, coma e morte. Por isso, se você é proprietário de um cão Collie, nunca medique seu animal sem indicação veterinária, pois tentando solucionar um problema, podemos estar ocasionando uma situação de risco para a vida do animal.</p>
<p><span style="color: #888888;"><strong>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong>Médica veterinária &#8211; UFV</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong>Especialista em clínica e cirurgia – UFV</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong>Mestre em cirurgia – Unesp – Jaboticabal</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong>Capacitação em cirurgia ortopédica &#8211; UFV</strong></span></p>
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		<title>Luxação de patela em cães</title>
		<link>http://www.petshopauqmia.com.br/2012/04/luxacao-de-patela-em-caes/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 10:04:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>

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		<description><![CDATA[A luxação média da patela é uma doença comum nas raças miniatura. Nela, a patela ou a rótula como é mais popularmente denominada, ocasionalmente se move para a face interna do membro, saindo do seu encaixe natural. A patologia pode ser de origem congênita, ou seja, o animal já nasce com o problema e pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A luxação média da patela é uma doença comum nas raças miniatura. Nela, a patela ou a rótula como é mais popularmente denominada, ocasionalmente se move para a face interna do membro, saindo do seu encaixe natural.</p>
<p>A patologia pode ser de origem congênita, ou seja, o animal já nasce com o problema e pode transmitir a doença para os seus descendentes e também adquirida em decorrência de trauma.<span id="more-960"></span></p>
<p>O sintoma mais característico da luxação patelar é a claudicação em uma ou em ambas as patas traseiras. O grau de claudicação é determinado pela gravidade e tempo da afecção. Animais não tratados tendem a desenvolver artrite no joelho o que aumenta a sensação de dor e agrava a claudicação. A postura retraída e a dificuldade para andar ou saltar também são sintomas observados.</p>
<p>Os graus de luxação da rótula vão de I a IV, sendo o último o mais grave. A doença progride com o tempo. As formas mais graves muitas vezes vêm acompanhadas por deformação do fêmur e da tíbia, bem como por vários níveis de artrite.</p>
<p>Cães geralmente são levados ao veterinário com a queixa de claudicação leve e esporádica que está se tornando mais frequente ou grave. Quando a patela ou rótula sai do seu encaixe natural, o cão sente dor e o proprietário pode notar alteração do passo. O cão com frequência irá jogar o joelho para frente para recolocar a rótula no lugar. Com o progresso da doença, os tecidos e ligamentos que mantêm a patela no lugar vão se afrouxando e o problema aparece com mais frequência. O deslocamento causa dor e quanto maior a sua frequência, maior a claudicação.</p>
<p>A luxação lateral ou externa da patela é menos comum que a luxação medial. Também pode ser congênita ou adquirida, sendo mais comum a primeira. Embora possa afetar qualquer cão, é mais comum nas raças gigantes. É frequentemente acompanhada por deformação do fêmur e/ou da tíbia. A doença provoca claudicação acentuada e causa artrite grave. Devido às consequentes deformações dos ossos, pode ser necessária cirurgia corretiva.<br />
O diagnóstico é realizado através do histórico do animal, exame físico e raio-x.</p>
<p>Animais que apresentam um grau leve de deslocamento, que raramente mancam ou reclamam de dor, podem ser apenas acompanhados pelo veterinário e na maioria das vezes não necessitam de tratamento cirúrgico. Entretanto, é importante observar de perto qualquer sinal de piora. Se a cirurgia for indicada e realizada no início da doença, a maioria dos animais volta ao normal.</p>
<p>Animais que apresentam um grau mais grave de deslocamento devem ser operados o mais cedo possível. Casos em que haja deformidade óssea ou que já apresente sinais de artrite podem não apresentar uma resposta satisfatória ao tratamento, mesmo ao tratamento cirúrgico.</p>
<p>Por ser uma afecção de natureza genética, animais afetados devem ser afastados da vida reprodutiva no intuito de diminuir a transmissão da afecção. Além disso, o diagnóstico precoce e a correção imediata são o melhor meio de evitar disfunção e claudicação graves.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira</em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em>Médica veterinária &#8211; UFV</em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em>Especialista em clínica e cirurgia – UFV</em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em>Mestre em cirurgia – UNESP – Jaboticabal</em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em>Capacitação em cirurgia ortopédica &#8211; UFV</em></span></p>
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		<item>
		<title>Vacina contra leishmaniose aprovada no Brasil</title>
		<link>http://www.petshopauqmia.com.br/2012/03/vacina-contra-leishmaniose-aprovada-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 11:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Vacina brasileira contra a leishmaniose visceral em cães ganha licença permanente e se torna oficialmente a primeira do mundo a prevenir a doença. Além de impedir a contaminação dos animais, ela controla a transmissão para humanos. A leishmaniose visceral, considerada pela Organização Mundial de Saúde uma das seis maiores epidemias de origem parasitária do mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vacina brasileira contra a leishmaniose visceral em cães ganha licença permanente e se torna oficialmente a primeira do mundo a prevenir a doença. Além de impedir a contaminação dos animais, ela controla a transmissão para humanos.</p>
<p>A leishmaniose visceral, considerada pela Organização Mundial de Saúde uma das seis maiores epidemias de origem parasitária do mundo – presente em 12 países da América Latina, com 90% dos casos registrados no Brasil – conta agora com uma forma de controle reconhecida. A vacina brasileira Leishmune, que impede os cães de contraírem e transmitirem a doença para humanos, acaba de receber permissão definitiva para comercialização.<span id="more-957"></span></p>
<p>A vacina, lançada em 2003 pela empresa Fort Dodge, já era usada por veterinários por meio de uma licença provisória e, agora, recebeu o aval definitivo do Ministério da Agricultura, tornando-se a primeira registrada contra a leishmaniose visceral canina do mundo.</p>
<p>A injeção não protege humanos, mas é eficaz para controlar a expansão da doença porque o cão é o principal reservatório do protozoário causador da leishmaniose, o Leishmania chagasi. O homem só se infecta ao ser picado por um mosquito birigui que tenha contraído o parasita ao picar um animal doente.</p>
<p>Testes feitos entre 2004 e 2006 em Belo Horizonte, Minas Gerais, e Araçatuba, São Paulo, demonstraram que houve redução de até 60% da incidência da doença em humanos depois da vacinação massiva de cães na região. “Quanto maior for a quantidade de cães vacinados em uma área endêmica, mais difícil será a transmissão da doença”, afirma a pesquisadora responsável pela criação da Leishmune, a microbióloga Clarisa Palatnik, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>A vacina mostrou ter eficiência de 95%, o que significa dizer que de cada 100 cães vacinados, 95 ficam protegidos contra a doença. Além de evitar que o cão desenvolva a leishmaniose, a nova vacina impede que o mosquito transmissor que pique o animal vacinado venha a alojar o protozoário e o retransmitir.<br />
“Quando o inseto pica o cão vacinado, os anticorpos presentes no seu sangue por causa da vacina se alojam em seu organismo e esses anticorpos impedem que o parasita da leishmaniose complete o seu ciclo de vida”, explica Palatinik.</p>
<p>Fim dos sacrifícios:<br />
No Brasil, o tratamento para a leishmaniose canina é proibido e qualquer cão que contraia a doença tem que ser sacrificado, pois os tratamentos existentes não são 100% eficazes e deixam o animal infectante por alguns períodos, o que representa um risco para os humanos. Com a vacina, o risco do sacrifício cai quase a zero.</p>
<p>Apesar de já estar pronta e liberada para o uso por veterinários, Palatinik diz que ainda não recebeu proposta do governo ou da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para fornecer doses para campanhas de vacinação.</p>
<p>A pesquisadora, que levou 23 anos para chegar à Leishmune, agora estuda uma forma de facilitar a sua produção. A vacina disponível no mercado usa uma proteína não infectante inteira do parasita para induzir a resposta do sistema imunológico. Palatinik trabalha para desenvolver uma vacina gênica, que use uma menor porção da proteína, de modo a tornar a produção em larga escala mais viável.</p>
<p>O estudo da vacina canina também pode ajudar a obter informações relevantes para o desenvolvimento de uma para humanos. “O ideal seria termos as duas vacinas, para humanos e para cães, mas temos que esperar ainda por resultados mais consistentes nos cães para passarmos para testes com humanos”, pontua Palatinik.</p>
<p>A pesquisadora afirma que os estudos para desenvolver uma vacina para humanos ainda são muito iniciais, mas avisa que duas empresas já a procuraram para aperfeiçoar a pesquisa com a vacina para cães e financiar estudos com vacinas para humanos.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em><strong>Esta notícia foi publicada em 05/12/2011 no Ciência Hoje</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #888888;"><strong>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> Médica veterinária &#8211; UFV</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> Especialista em clínica e cirurgia – UFV</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> Mestre em cirurgia – UNESP – Jaboticabal</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> Capacitação em cirurgia ortopédica -UFV</strong></span></p>
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		<title>Ceratoconjuntivite seca</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 10:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>
		<category><![CDATA[Gatos]]></category>

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		<description><![CDATA[A ceratoconjuntivite seca é definida por uma deficiência na produção de lágrimas resultando em ressecamento e grave inflamação da córnea e conjuntiva ocular. A patologia além de ser dolorida e muito desconfortável para o animal, quando não tratada, pode culminar na perda da capacidade visual. A maioria dos casos tem influência genética e estão associados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-956" title="Ceratoconjuntivite-seca" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Ceratoconjuntivite-seca.jpg" alt="" width="250" height="166" />A ceratoconjuntivite seca é definida por uma deficiência na produção de lágrimas resultando em ressecamento e grave inflamação da córnea e conjuntiva ocular. A patologia além de ser dolorida e muito desconfortável para o animal, quando não tratada, pode culminar na perda da capacidade visual.<span id="more-954"></span></p>
<p>A maioria dos casos tem influência genética e estão associados a doenças imunomediadas. Dentre as raças mais acometidas estão as de pequeno porte como o Pug, o Shihtzu, Yorkshire, West Highland Terrier, o Cocker Spaniel, o Bulldog Inglês, o Boston Terrier, o Lhasa Apso e o Schnauzer.</p>
<p>Além da predisposição genética, outros fatores também podem contribuir para o desenvolvimento da ceratoconjuntivite seca. É o caso de animais portadores de doenças metabólicas como a diabetes e o hipotireoidismo e de doenças como a cinomose, a rinotraqueíte e doenças neurogênicas. O uso prolongado de alguns medicamentos como a sulfa e a atropina e o trauma ocular também podem interferir na capacidade de produção de lágrimas.</p>
<p>Os animais acometidos geralmente manifestam dor ocular que pode ser percebida por relutância em abrir os olhos, grande quantidade de secreção ocular purulenta, ressecamento do olho, vermelhidão e vascularização da córnea.</p>
<p>O diagnóstico é baseado nos sinais clínicos e nos resultados obtidos com o teste lacrimal de Schirmer que mede a quantidade de lágrima produzida por minuto. Esse teste é de simples realização, pode ser executado no próprio consultório e o resultado é imediato.</p>
<p>O tratamento da ceratoconjuntivite seca visa à reposição e o estímulo para a produção lacrimal mantendo a integridade da superfície ocular. Isso é conseguido através do uso associado de vários tipos de colírios como colírios substitutos da lágrima e colírios antibióticos. Alguns raros casos que não respondem ao tratamento convencional podem necessitar de intervenção cirúrgica.</p>
<p>Animais não tratados tendem a desenvolver ulcerações de córnea que podem ser tão profundas a ponto de perfurá-la. Todavia, são encontradas manifestações superficiais crônicas com deterioração progressiva da visão.</p>
<p>Por ser uma doença de graves consequências, mas de fácil diagnóstico e tratamento, é que animais com afecções nos olhos, principalmente afecções crônicas, devem ser examinados e tratados o mais rápido possível na tentativa de evitar a perda da visão e consequente declínio na qualidade de vida dos nossos mascotes!</p>
<p><span style="color: #888888;"><strong>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> Médica veterinária &#8211; UFV</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> Especialista em clínica e cirurgia – UFV</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> Mestre em cirurgia – UNESP – Jaboticabal</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> Capacitação em cirurgia ortopédica -UFV</strong></span></p>
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		<title>Castração química de cães</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 15:34:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentre os métodos contraceptivos disponíveis para a esterilização de cães, a castração cirúrgica é a mais conhecida. Porém, essa técnica ainda passa por algum preconceito por parte dos proprietários por ser uma cirurgia, por possuir risco cirúrgico e necessitar de cuidados pós-operatórios. Hoje, a castração química surgiu como uma nova opção para a castração de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-952" title="castração-quimica" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2012/02/castração-quimica.jpg" alt="" width="255" height="171" />Dentre os métodos contraceptivos disponíveis para a esterilização de cães, a castração cirúrgica é a mais conhecida. Porém, essa técnica ainda passa por algum preconceito por parte dos proprietários por ser uma cirurgia, por possuir risco cirúrgico e necessitar de cuidados pós-operatórios. Hoje, a castração química surgiu como uma nova opção para a castração de cães machos.<span id="more-951"></span></p>
<p>A castração química ideal para ser considerada tão eficiente quanto à castração cirúrgica, deve ser eficaz em uma grande porcentagem de animais, deve ser segura para os cães tratados e para o meio ambiente e deve ser irreversível após tratamento único.</p>
<p>O procedimento químico é realizado através da aplicação intratesticular de medicamento próprio o qual induz a atrofia do testículo, inativa as células produtoras de espermatozoides e diminui a produção de hormônios masculinos. Com isso, o animal se torna estéril, diminui comportamentos hormônio dependentes como marcar território e montar em outros animais e ainda previne doenças como a hiperplasia de próstata.</p>
<p>A castração química é proposta como mais uma alternativa para o controle populacional de cães. Dentre as suas vantagens estão o menor custo, simplicidade de realização, ausência de pós-operatório e de ambiente controlado, ausência de anestesia e a possibilidade de realizar um grande número de castrações em um mesmo dia.</p>
<p>A superpopulação canina representa um problema nos centros urbanos gerando o sofrimento animal e servindo de reservatório de doenças. Além disso, esses cães podem causar acidentes de trânsito, mordeduras, dispersão de dejetos dentre outros problemas. Devido a essas questões de bem estar animal e humano, torna-se necessário o desenvolvimento de estratégias de controle populacional e a castração química existe hoje como uma solução bastante acessível para o controle do número de cães. A castração química se torna hoje uma esperança barata na tentativa de diminuir as eutanásias desnecessárias dentro dos centros de zoonoses.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em><strong>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Médica Veterinária – UFV</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Especialista em clinica e cirurgia – UFV</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Mestrado em Cirurgia – Unesp – Jaboticabal</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Capacitação em cirurgia ortopédica &#8211; UFV</strong></em></span></p>
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		<title>Benefícios da caminhada para a saúde do seu mascote</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 16:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>

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		<description><![CDATA[A prática de exercícios físicos é benéfica tanto para nós humanos como também para os nossos amiguinhos de estimação.  Caminhar faz parte da rotina de qualquer cão, seja ele de qualquer raça, porte ou idade. Durante a caminhada estamos estimulando a saúde física e mental do cão. Várias partes do organismo podem ser beneficiadas. Dentre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-946" title="caminhar-cachorro" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2012/02/caminhar-cachorro-280x165.jpg" alt="" width="280" height="165" />A prática de exercícios físicos é benéfica tanto para nós humanos como também para os nossos amiguinhos de estimação.  Caminhar faz parte da rotina de qualquer cão, seja ele de qualquer raça, porte ou idade.</p>
<p>Durante a caminhada estamos estimulando a saúde física e mental do cão. Várias partes do organismo podem ser beneficiadas. Dentre elas podemos destacar um melhor funcionamento cardíaco, melhor funcionamento do sistema digestivo e melhor funcionamento de ossos, músculos e articulações.<span id="more-944"></span></p>
<p>As caminhadas frequentes promovem o estímulo do sistema imunológico do animal que passa a ter uma maior resistência às doenças em geral. Além disso, como durante o exercício ocorre à liberação de endorfina a qual é popularmente conhecida como o hormônio da felicidade, os cães passam a sofrer menos de estresse. Sabemos que cães estressados têm mais tendência a serem agressivos destrutivos e barulhentos.</p>
<p>Outro importante benefício dos passeios diários e também importante fator de diminuição do estresse, é a sociabilização que a caminhada ao ar livre promove entre os animais. O contato do cão com outros cães, com diferentes aromas e diferentes situações, contribui para o equilíbrio comportamental do animal.</p>
<p>Com a verticalização das cidades e o ritmo de vida frenético dos nossos dias, nossos amiguinhos ficam cada vez mais dentro de casa principalmente por que seus donos raramente têm tempo para os passeios. Esse estilo de vida moderno e estressante vem contribuindo de forma significativa para o aumento de transtornos de comportamento dos cães. Cada vez mais, atendemos nos consultórios veterinários, animais que são muito destrutivos, animais que se automutilam, animais extremamente agressivos inclusive agredindo os próprios membros da casa, animais que latem em demasia ou que sofrem com o que chamamos de síndrome do abandono onde o cão se comporta de maneira totalmente desequilibrada cada vez que é deixado sozinho. Ainda, lidamos com mais um problema da modernidade que é a obesidade dos cães.</p>
<p>Por isso, não esqueça, para o bem estar do cão, terapia de cães com problemas comportamentais e tratamento de obesidade, é preciso que o animal tenha uma rotina diária de exercícios como as caminhadas. Não importa se ele é pequeno ou grande, novo ou velho, ele precisa caminhar. Para que a caminhada ocorra de forma segura, converse com o médico veterinário, que dará todas as informações necessárias para a realização correta dos exercícios.</p>
<p><span style="color: #888888;"><strong>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong>Médica Veterinária – UFV</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong>Especialista em Clinica e Cirurgia – UFV</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong>Mestrado em Cirurgia – Unesp – Jaboticabal</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong>Capacitação em Cirurgia Ortopédica &#8211; UFV</strong></span></p>
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