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	<title>Clínica Veterinária e Petshop AuQmia - Manhuaçu - MG, consultas, vacinas, banho, tosa, veterinaria</title>
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	<description>Clínica Veterinária e Petshop AuQmia - Manhuaçu - MG, consultas, vacinas, banho, tosa, veterinaria, gato, cachorro, hotel</description>
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		<title>Alimentos perigosos para cães e gatos</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 12:46:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Alimentos com xilitol: esse produto é um adoçante utilizado na fabricação de doces como gomas de mascar. Pode causar efeitos graves como dificuldade de andar, crises convulsivas e até a morte. Chocolate: assegure-se que esse alimento nunca fique sequer ao alcance do seu animal. A teobromina contida no chocolate tem potencial para causar intoxicação grave [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><img class="alignright size-medium wp-image-1098" alt="alimentos-perigosos" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2013/05/alimentos-perigosos-280x190.jpg" width="280" height="190" />Alimentos com xilitol: esse produto é um adoçante utilizado na fabricação de doces como gomas de mascar. Pode causar efeitos graves como dificuldade de andar, crises convulsivas e até a morte.<span id="more-1096"></span></p>
<p align="left">Chocolate: assegure-se que esse alimento nunca fique sequer ao alcance do seu animal. A teobromina contida no chocolate tem potencial para causar intoxicação grave e até fatal, com quadros que apresentam sintomas variados. Os sinais mais freqüentes são agitação, vômito, diarréia, hemorragia intestinal, febre, sede excessiva, incontinência urinaria, tremores, arritmia cardíaca, aumento da freqüência respiratória e coma. A dose tóxica de teobromina para cães e gatos é de 20 a 60 mg por quilo de peso do animal. Já a dose letal situa-se entre 100 e 200 mg por quilo de peso. Os chocolates escuros são mais tóxicos em comparação aos mais claros. Devido à substância agir por um longo período de tempo dentro do corpo do animal, uma pequena porção se ingerida em dias sucessivos também pode acabar levando o animal a quadros de intoxicação. O único chocolate permitido para os nossos mascotes são os produzidos especialmente para eles, livres da teobromina.</p>
<p align="left">Doces em geral: alimentos doces são preferidos mais pelos cães do que pelos gatos. No entanto, nenhum dos dois animais devem se beneficiar desses alimentos nem mesmo quando oferecidos de forma esporádica. A ingestão de açúcar causa o aparecimento de cáries, proporciona o ganho de peso, predispõe a diabetes e até mesmo a pancreatite. Não é raro também provocar desarranjo intestinal e vômitos.</p>
<p align="left">Abacate: Por ter grande quantidade de gordura pode ocasionar dor de estômago, desarranjo intestinal além de sobrepeso.</p>
<p align="left">Carambola: a fruta pode ser tóxica tanto para cães e gatos quanto para outros animais. Não se sabe ao certo qual a substancia que desencadeia o quadro de intoxicação, o qual pode envolver soluços, confusão mental, convulsões e morte. Sabe-se, porém, que indivíduos com comprometimento renal são mais sujeitos a complicações decorrentes da ingestão da fruta.</p>
<p align="left">Tomate: quando verde e sem cozimento, o tomate possui uma substância tóxica, denominada solanina, também presente nas raízes como a batata, nociva tanto para os pets quanto para os humanos. A intoxicação pode levar a graves quadros gastrointestinais. Além disso, animais com predisposição a formação de cálculos devem ficar distante desse alimento por ele ser muito rico em cálcio e facilitar a formação principalmente de cálculos de oxalato de cálcio.</p>
<p align="left">Uva e Uva passa: ainda não se sabe ao certo qual é a substância presente na uva que é extremamente tóxica aos animais. Sabe-se que a ingestão exagerada dessa fruta pode levar a sintomas de vômito, diarréia, dor abdominal, insuficiência renal e até a morte. Como não existe uma quantidade segura para a ingestão da uva, o mais aconselhável é que ela seja eliminada do cardápio!</p>
<p align="left"><span style="color: #888888;"><em><strong>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong>Médica Veterinária – UFV</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong>Especialista em clinica e cirurgia – UFV</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong>Mestrado em Cirurgia – Unesp – Jaboticabal</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong>Capacitação em cirurgia ortopédica &#8211; UFV</strong></em></span></p>
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		<title>Doença do rim policístico em felinos</title>
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		<pubDate>Sat, 04 May 2013 19:01:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gatos]]></category>

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		<description><![CDATA[A Doença do Rim Policístico ou PKD (do inglês “Polycystic Kidney Disease”) é caracterizada pelo surgimento de múltiplos cistos em ambos os rins, os quais substituem o tecido renal funcional causando doença renal crônica. A doença é hereditária dominante, ou seja, basta que um dos pais seja portador para transmitir o mal aos seus filhos. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Doença do Rim Policístico ou PKD (do inglês “Polycystic Kidney Disease”) é caracterizada pelo surgimento de múltiplos cistos em ambos os rins, os quais substituem o tecido renal funcional causando doença renal crônica.</p>
<p>A doença é hereditária dominante, ou seja, basta que um dos pais seja portador para transmitir o mal aos seus filhos. Nos casos em que tanto o pai quanto a mãe possuem a doença, os filhotes são acometidos tão seriamente que nem chegam a nascer em decorrência de doença renal grave. É fato que todos os portadores da doença renal policística desenvolverão a patologia.<span id="more-1094"></span></p>
<p>A PKD afeta igualmente machos e fêmeas e atinge em especial gatos da raça Persa, Exótico, Himalaio e seus mestiços, mas pode ocorrer em outras raças também. Estima-se que cerca de 35% dos Persas sejam portadores do gene para PKD.</p>
<p>A formação dos cistos ocorre ainda no período gestacional, e estão presentes desde o nascimento do gato. Os cistos aumentam de tamanho com o passar do tempo podendo variar de 1 mm a 1 cm de diâmetro. Como o crescimento dos cistos é lento a doença pode evoluir por anos sem o proprietário perceber nenhuma alteração em seu animal.<br />
Normalmente animais mais velhos apresentam cistos maiores e em maior quantidade quando em comparação aos animais mais jovens.</p>
<p>Não existe uma idade especifica para os sintomas se manifestarem. Isso vai depender do tamanho do cisto. Quanto maiores, mais intensos serão os sintomas. Em média os animais manifestam sinais entre os 3 e 10 anos de vida.</p>
<p>Gatos acometidos apresentam sede excessiva, a urina pode ficar mais clara e com maior volume, perda de apetite, depressão, perda de peso, vômitos, diarréia, hálito fétido e feridas na boca, anemia e infecção do trato urinário e inclusive dos cistos.</p>
<p>A doença pode ser identificada através de uma ultrassonografia abdominal em animais acima dos 10 meses de idade. Além disso, animais de qualquer idade podem ser submetidos a um teste de DNA através do sangue e inclusive de amostras de pêlo para saberem se são portadores do rim policístico. Esse exame tem 100% de confiabilidade.</p>
<p>Infelizmente, assim como a maioria das doenças genéticas, não existe um tratamento especifico para a PKD. Uma vez identificado o mal, há muito pouco a ser feito. O crescimento de cistos nos rins provoca, a longo prazo, disfunção e falência renal. No entanto, alguns cuidados podem aumentar a expectativa de vida dos animais como o fornecimento de dietas específicas, com direito a muita ingestão de água. Alguns animais precisam passar períodos internados recebendo cuidados médicos mais intensos.</p>
<p>Por ser uma doença genética, é fundamental que os animais portadores sejam retirados da reprodução.</p>
<p>Ao adquirir um gato, principalmente das raças de maior risco, é importante que se investigue o gatil ou o criador além da linhagem dos animais. É importante as pessoas adquirirem o hábito de solicitar o teste de PKD negativo antes de adquirir um felino.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em><strong>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Médica veterinária &#8211; UFV</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Especialista em clínica e cirurgia – UFV</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Mestre em cirurgia – UNESP – Jaboticabal</strong></em></span></p>
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		<title>Alimentação de cágados</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Apr 2013 12:58:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos alimentam seus cágados apenas com camarão desidratado. O camarão é um alimento muito saboroso para o paladar desses repteis e por isso é ingerido com voracidade. No entanto, o que poucas pessoas sabem, é que a oferta desses camarões deve ser apenas esporádica, como guloseima, por ser um alimento deficiente em cálcio e vitaminas. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="left">Muitos alimentam seus cágados apenas com camarão desidratado. O camarão é um alimento muito saboroso para o paladar desses repteis e por isso é ingerido com voracidade. No entanto, o que poucas pessoas sabem, é que a oferta desses camarões deve ser apenas esporádica, como guloseima, por ser um alimento deficiente em cálcio e vitaminas. A alimentação de cágados com camarão como única fonte nutricional, predispõe o aparecimento de algumas doenças graves.<span id="more-1089"></span></p>
<p align="left">O alimento mais adequado para os cágados são as rações peletizadas próprias para a espécie. Rações que podem ser fornecidas para cágados e também para jabutis não devem ser utilizadas. Isso porque cágados são carnívoros e jabutis são onívoros o que faz com que o tipo de alimento para cada espécie seja muito diferente não podendo somente um tipo de ração ser eficiente para ambos os repteis.</p>
<p align="left">Uma alimentação alternativa são as rações classificadas como “super premium” destinada aos gatos.</p>
<p align="left">A ração deve ser fornecida duas a três vezes ao dia. As refeições podem ser complementadas com verduras e frutas picadas caso o animal as aceite.</p>
<p align="left">Não podemos esquecer que os cágados são animais aquáticos e por isso a sua alimentação deve ser fornecida dentro d’água.</p>
<p align="left"><span style="color: #888888;"><em><strong>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Médica Veterinária – UFV</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Especialista em clinica e cirurgia – UFV</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Mestrado em Cirurgia – Unesp – Jaboticabal</strong></em></span><br />
<span style="color: #888888;"><em><strong> Capacitação em cirurgia ortopédica &#8211; UFV</strong></em></span></p>
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		<title>Como adaptar um segundo cão a família?</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 16:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>

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		<description><![CDATA[Adequar um segundo cão a família exige planejamento e técnica. É muito importante que a adaptação seja bem feita. A primeira regra do processo é reduzir gradativamente, durante os 10 dias que precedem a chegada do novo animal, o excesso de atenção conferida ao cão que já mora na casa. Isso, não significa ignorar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.petshopauqmia.com.br/2013/03/como-adaptar-um-segundo-cao-a-familia/"><img class="alignright size-full wp-image-1085" title="segundo-cao-a-familia" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2013/03/segundo-cao-a-familia.jpg" alt="" width="280" height="170" /></a>Adequar um segundo cão a família exige planejamento e técnica. É muito importante que a adaptação seja bem feita. A primeira regra do processo é reduzir gradativamente, durante os 10 dias que precedem a chegada do novo animal, o excesso de atenção conferida ao cão que já mora na casa. Isso, não significa ignorar a sua existência, mas estabelecer mais limites e normas, como evitar o recebimento de carinho após ter praticado um comportamento negativo.<span id="more-1084"></span></p>
<p>Outro ponto crucial do processo de aceitação, é estabelecer regras mais rígidas durante os passeios. Ao sair para passear, o proprietário nunca deve permitir que o animal passe pela porta na sua frente. Além disso, é necessário impor um ritmo ao passeio e não deixar que o cão decida aonde ir e nem por quanto tempo ficar cheirando um poste por exemplo. Essas medidas “informam” ao animal que ele não está no comando e que deve aceitar a decisão dos seus donos, o que contribuirá na sua aceitação do segundo cão.</p>
<p>No dia da chegada do novo animal, é necessário que o primeiro cão tenha liberado as suas energias antes de realizar a aproximação entre eles. É recomendável que o primeiro cão realize um passeio prévio por longo tempo até que demonstre sinais de cansaço. A apresentação entre os animais deve ser feita fora de casa, em terreno “neutro”. Ambos devem estar seguros por guias e mantidos onde eles possam se olhar a uma distância segura. Depois, gradualmente, a aproximação pode ser feita, para que os cães se cheirem e interajam.</p>
<p>A rotina é questão de adaptação, mas é fundamental que os proprietários controlem a parceria entre os animais, evitando que o convívio se torne uma constante competição.</p>
<p>Texto baseado nas orientações da especialista em comportamento canino, Soraia Mergulhão.</p>
<p>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira<br />
Médica veterinária &#8211; UFV<br />
Especialista em clínica e cirurgia – UFV<br />
Mestre em cirurgia – UNESP – Jaboticabal<br />
Capacitação em cirurgia ortopédica &#8211; UFV</p>
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		<title>Pet Shop Auqmia investe em Tecnologia</title>
		<link>http://www.petshopauqmia.com.br/2013/03/pet-shop-auqmia-investe-em-tecnologia/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Mar 2013 20:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Pioneirismo no seguimento veterinário Desde a sua inauguração, em 2005, a Clinica Veterinária e Pet Shop AUQMIA tem se destacado pelo seu pioneirismo e investimentos constantes em infraestrutura e tecnologia. A mais recente aquisição da empresa foi um moderno aparelho acoplado a um monitor que permite a visualização de multiparâmetros de sinais vitais dos animais. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-1069" title="monitor-multiparametro" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2013/02/monitor-multiparametro-280x210.jpg" alt="" width="280" height="210" />Pioneirismo no seguimento veterinário</strong></p>
<p>Desde a sua inauguração, em 2005, a Clinica Veterinária e Pet Shop AUQMIA tem se destacado pelo seu pioneirismo e investimentos constantes em infraestrutura e tecnologia. A mais recente aquisição da empresa foi um moderno aparelho acoplado a um monitor que permite a visualização de multiparâmetros de sinais vitais dos animais.</p>
<p>O instrumento é de grande auxílio durante os procedimentos cirúrgicos realizados na clínica da AUQMIA. Durante uma cirurgia, ele é capaz de monitorar, ao mesmo tempo, os batimentos cardíacos, a saturação da quantidade de oxigênio, a pulsação e ainda a temperatura dos operados. “Temos um controle total do paciente durante a cirurgia. Com ele, é possível prever uma parada cardíaca e a diminuição respiratória, permitindo agir com antecedência a qualquer procedimento de emergência” – avaliou a proprietária Vanessa Mollica.<span id="more-1068"></span></p>
<p><strong>MAIS SEGURANÇA E COMPETÊNCIA</strong></p>
<div id="attachment_1074" class="wp-caption alignright" style="width: 290px"><a href="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2013/02/monitoramento-cirurgia.jpg" title="monitoramento-cirurgia" rel="lightbox[1068]"><img class="size-medium wp-image-1074 " title="monitoramento-cirurgia" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2013/02/monitoramento-cirurgia-280x210.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a cirurgia o aparelho é um importante instrumento de monitoramento</p></div>
<p>O novo instrumento tem sido utilizado na clínica veterinária AUQMIA há algumas semanas e tem representado um grande avanço para o centro cirúrgico. “O monitor multiparâmetros facilita a vida do cirurgião, aumenta a segurança e a cirurgia fica mais tranquila. Para os proprietários dos animais ele significa mais segurança também. Nós temos usado esse aparelho ainda nos casos de internação de pacientes em situação crítica e que mereçam cuidados especiais” – informou a médica veterinária.</p>
<p>A empresária Vanessa Mollica Caetano Teixeira, responsável pela AUQMIA, é veterinária, formada pela UFV – Universidade Federal de Viçosa, onde também fez sua residência acadêmica. Vanessa cursou mestrado em cirurgia na UNESP de Jaboticabal, possui especialização em ortopedia pela UFV e ainda tem experiência internacional adquirida com um estágio no Texas A&amp;M University, um hospital veterinário de grande referência nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>ELETROCARDIOGRAMAS</strong></p>
<div id="attachment_1072" class="wp-caption alignright" style="width: 290px"><a href="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2013/02/eletrocardiograma.jpg" title="eletrocardiograma" rel="lightbox[1068]"><img class="size-medium wp-image-1072" title="eletrocardiograma" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2013/02/eletrocardiograma-280x210.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">O aparelho permite também a realização de exames de eletrocardiograma em animais</p></div>
<p>O aparelho tem uma dupla função. Ele também serve para a realização de exames de eletrocardiogramas. Na região, a Clinica Veterinária e Pet Shop AUQMIA é a única a oferecer esse tipo de serviço. “Este não é um exame invasivo. É aconselhado em casos de suspeitas de doenças cardíacas ou em animais que já apresentem diagnósticos desse problema. Ele é indicado também para situações de exames de pré-operatórios mais completos” – avaliou Vanessa Mollica.</p>
<p>Segundo a direção da clinica a procura pelo novo recurso tem sido boa e os clientes de Manhuaçu e região têm recorrido com frequência ao serviço desse aparelho.</p>
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		<title>Ruptura do ligamento cruzado em cães</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Mar 2013 13:20:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje na medicina veterinária, as patologias ortopédicas têm sido diagnosticadas e tratadas com grande freqüência. Dentre as doenças mais comuns, está a ruptura do ligamento cruzado. Pode acontecer em virtude de traumas ou até mesmo pela fadiga progressiva das estruturas do joelho. Essa ruptura também acontece nos humanos e é a lesão mais comum que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje na medicina veterinária, as patologias ortopédicas têm sido diagnosticadas e tratadas com grande freqüência. Dentre as doenças mais comuns, está a ruptura do ligamento cruzado. Pode acontecer em virtude de traumas ou até mesmo pela fadiga progressiva das estruturas do joelho. Essa ruptura também acontece nos humanos e é a lesão mais comum que acomete os jogadores de futebol.<span id="more-1081"></span></p>
<p>O ligamento cruzado é um dos ligamentos que ajudam na estabilização do joelho. Na verdade, ele impede que o joelho se movimente de maneira exagerada para frente ou para trás. O seu rompimento, além de produzir instabilidade, facilita o aparecimento de processos degenerativos das articulações (artrose).</p>
<p>Os cães de raças grandes, como o Labrador, o Golden Retriever, o Rottweiller, Bernese Mountain Dog, American Pit Bull Terrier, Chow Chow e Husky Siberiano, são os mais predispostos a desenvolverem o problema. No entanto, também existem casos em animais de raças pequenas principalmente nos Poodle Toy. O risco de rompimento pode acontecer em qualquer fase da vida, mas é mais comum em animais de meia idade, entre 4 e 8 anos e naqueles animais agitados e que gostam de pular.</p>
<p>Algumas alterações na conformação do animal podem predispor a ruptura do ligamento cruzado, mas outros fatores, como o sedentarismo e a obesidade também devem ser levados em consideração. No cão a causa secundária a processos degenerativos articulares e do próprio ligamento é mais comum do que a causa traumática, como ocorre no homem.</p>
<p>O animal apresenta sinais de dor, manqueira, alterações no modo de andar, intolerância ao exercício, diminuição do apetite e falta de apoio no membro.</p>
<p>O diagnóstico é realizado através de um exame denominado de teste de gaveta, e é definitivo, mas o exame radiográfico também pode auxiliar no fechamento do diagnóstico. Além disso, o raio-x pode determinar se já ocorreram lesões secundárias na articulação do joelho em conseqüência do rompimento do ligamento.</p>
<p>O tratamento é cirúrgico e os resultados são satisfatórios, desde que diagnosticado cedo, pois o grau de alterações secundárias como a artrose influi diretamente no pós-operatório.</p>
<p>O pós-operatório envolve repouso e fisioterapia. A maioria dos animais retorna a atividade física normal após três meses de cirurgia.</p>
<p>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira<br />
Médica veterinária &#8211; UFV<br />
Especialista em clínica e cirurgia – UFV<br />
Mestre em cirurgia – UNESP – Jaboticabal<br />
Capacitação em cirurgia ortopédica -UFV</p>
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		<title>Gatos comem peixe e tomam leite?</title>
		<link>http://www.petshopauqmia.com.br/2013/03/gatos-comem-peixe-e-tomam-leite/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Mar 2013 10:24:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gatos]]></category>

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		<description><![CDATA[Sei que todos nós crescemos acreditando que alimentos como peixes e leite fossem saudáveis e naturais para os gatos. No entanto, devo contrariar os “desenhos animados” onde vemos gatos pescando peixes para comer e bebendo imensas tigelas de leite. Apesar de apreciarem o sabor de ambos, principalmente o de peixe, é importante saber que esses [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.petshopauqmia.com.br/2013/03/gatos-comem-peixe-e-tomam-leite"><img class="alignright size-full wp-image-1080" title="gato-peixe" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2013/03/gato-peixe.jpg" alt="" width="250" height="188" /></a>Sei que todos nós crescemos acreditando que alimentos como peixes e leite fossem saudáveis e naturais para os gatos. No entanto, devo contrariar os “desenhos animados” onde vemos gatos pescando peixes para comer e bebendo imensas tigelas de leite.<span id="more-1079"></span></p>
<p>Apesar de apreciarem o sabor de ambos, principalmente o de peixe, é importante saber que esses alimentos não são tão saudáveis quanto nos fizeram acreditar. O peixe tem baixas concentrações de cálcio e taurina, uma proteína essencial para a saúde dos gatos, quando comparados à carne vermelha. Além disso, a carne de peixe possui uma alta concentração de magnésio que é um mineral indutor de problemas urinários no gato, além de ser rico em histamina, fazendo com que o alimento seja capaz de causar quadros alérgicos graves nos felinos!</p>
<p>Já em relação ao leite, a verdade é que os gatos só precisam dele nos primeiros meses de vida. Na idade adulta, ele pode causar alguns problemas de saúde. Isso porque, a maioria dos gatos é intolerante à lactose, o &#8220;açúcar&#8221; presente no leite. A incapacidade de digestão da lactose faz com que esta não seja absorvida e acabe fermentando no intestino, provocando a acumulação de gases, dor e diarreia. No entanto, alguns gatos adultos conseguem se adaptar ao leite. Nesses casos, o seu fornecimento ao animal deixa de ser contra indicado se for fornecido na forma de “petisco”, ou seja, com pouca frequência.</p>
<p>A verdade é que nem tudo ao que estamos acostumados é o correto. Sempre que for adquirir um animal, pesquise sobre seus hábitos, alimentos, preferências e sempre tire dúvidas com seu veterinário. Pequenos cuidados certamente irão deixar a vida do seu mascote muito mais saudável!</p>
<p>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira<br />
Médica veterinária &#8211; UFV<br />
Especialista em clínica e cirurgia – UFV<br />
Mestre em cirurgia – UNESP – Jaboticabal<br />
Capacitação em cirurgia ortopédica &#8211; UFV</p>
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		<title>Tumor mamário maligno em cadelas</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 10:52:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>

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		<description><![CDATA[As cadelas têm a maior incidência de neoplasia mamária dentre todas as espécies de mamíferos. Os tumores mamários caninos constituem aproximadamente 52 % de todos os tumores que afetam as fêmeas desta espécie, sendo que a metade destes são considerados malignos. Os tumores afetam principalmente cadelas com idades compreendidas entre os 6 e 10 anos. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As cadelas têm a maior incidência de neoplasia mamária dentre todas as espécies de mamíferos. Os tumores mamários caninos constituem aproximadamente 52 % de todos os tumores que afetam as fêmeas desta espécie, sendo que a metade destes são considerados malignos.<span id="more-1077"></span></p>
<p>Os tumores afetam principalmente cadelas com idades compreendidas entre os 6 e 10 anos. Não existe uma predisposição racial evidente, embora as raças de caça pareçam ter uma maior predisposição para esta patologia.</p>
<p>A ocorrência de neoplasias depende de fatores genéticos, ambiental e hormonal. Cadelas castradas ainda jovens estão menos sujeitas a desenvolverem neoplasia mamária em comparação aquelas não castradas ou operadas após a ocorrência de diversos cios. Medicamentos a base de hormônios como os anticoncepcionais também aumentam o risco de desenvolvimento de câncer mamário nessa espécie. Os últimos pares de mamas são mais acometidos por estarem sujeitos a maiores estímulos hormonais e/ou traumas advindos dos membros posteriores.</p>
<p>O tamanho do tumor pode variar, desde pequenos nódulos com 0,5cm de diâmetro até tumores com mais de 15 cm no seu maior diâmetro Geralmente, o rápido crescimento, a invasão local dos tecidos e a ulceração são características de tumores malignos.<br />
Tumores malignos das glândulas mamárias podem gerar metástases por vários órgãos, sendo os nódulos linfáticos regionais e os pulmões os mais afetados.</p>
<p>A classificação da neoplasia é realizada através de biopsia sendo a cirurgia o tratamento de eleição para a maioria dos tumores mamários caninos.</p>
<p>O prognóstico da cadela acometida vai depender principalmente da realização de um diagnóstico precoce e da instituição de um tratamento o mais rápido possível. Animais com evidências de metástases possuem um prognóstico ruim.</p>
<p>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira<br />
Médica veterinária &#8211; UFV<br />
Especialista em clínica e cirurgia – UFV<br />
Mestre em cirurgia – UNESP – Jaboticabal<br />
Capacitação em cirurgia ortopédica &#8211; UFV</p>
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		<title>Meu cão pode comer frutas?</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2013 11:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorros]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das dúvidas mais frequentes que costumo debater em meu consultório é em relação à ingestão de frutas por parte dos cães. As frutas de modo geral não causam nenhum problema aos cães. Salve algumas exceções como a uva que pode ser tóxica e acredita-se que pode ter sido a causa de alguns óbitos nesses [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-1066" title="frutas-cachorro" src="http://www.petshopauqmia.com.br/wp-content/uploads/2013/01/frutas-cachorro-280x186.jpg" alt="" width="280" height="186" />Uma das dúvidas mais frequentes que costumo debater em meu consultório é em relação à ingestão de frutas por parte dos cães. As frutas de modo geral não causam nenhum problema aos cães. Salve algumas exceções como a uva que pode ser tóxica e acredita-se que pode ter sido a causa de alguns óbitos nesses animais.<span id="more-1064"></span></p>
<p>No entanto, como cada organismo pode reagir de forma diferenciada a cada tipo de alimento, é bom observar se o seu animal manifesta sintomas indesejáveis como vômito e diarréia após a ingestão de determinada fruta. Caso isso ocorra, a ingestão da mesma deve ser suspensa de forma definitiva.</p>
<p>Além disso, as frutas atuam de forma parecida nos humanos e nos cães. Por isso, devemos lembrar que se nosso cãozinho tiver tendência à obesidade, ele não deve comer frutas ricas em açúcar como a banana. Já, se as fezes estiverem pastosas, ele não deve ingerir frutas como o mamão que tem certo efeito laxativo.</p>
<p>De modo geral, devemos permitir a ingestão de frutas somente como forma de petisco, ou seja, pequenas quantidades e com pouca freqüência. Assim como os biscoitos caninos, as frutas podem ser usadas como forma de recompensa. Nunca devemos permitir a substituição das refeições à base de ração, por qualquer outro tipo de alimento, nem mesmo pelas frutas. Devemos lembrar que as rações são alimentos balanceados e nutrem de forma completa os nossos animais.</p>
<p><span style="color: #888888;"><strong><em>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira</em></strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> <em> Médica Veterinária – UFV</em></strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> <em> Especialista em clinica e cirurgia – UFV</em></strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> <em> Mestrado em Cirurgia – Unesp – Jaboticabal</em></strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><strong> <em> Capacitação em cirurgia ortopédica &#8211; UFV</em></strong></span></p>
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		<title>Vai viajar com o seu mascote? Saiba o que diz a legislação sobre o transporte de animais</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jan 2013 10:28:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O código brasileiro de trânsito estabelece no artigo 235 que animais não devem ser transportados soltos dentro do veículo. O inciso II do artigo é bastante claro: conduzir animais a esquerda ou entre braços e pernas é infração média, acarretando 4 pontos no prontuário do condutor. Além de proteger a saúde dos animais, já que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O código brasileiro de trânsito estabelece no artigo 235 que animais não devem ser transportados soltos dentro do veículo. O inciso II do artigo é bastante claro: conduzir animais a esquerda ou entre braços e pernas é infração média, acarretando 4 pontos no prontuário do condutor.<span id="more-1062"></span></p>
<p>Além de proteger a saúde dos animais, já que os cães, principalmente, gostam de viajar com a cabeça para fora do veículo, o que pode causar otites, danos aos olhos e risco de fuga, a regra garante a segurança do motorista e todos os passageiros. Animais soltos dentro do carro podem distrair o condutor causando graves acidentes.</p>
<p>Para viajar, os animais devem ser mantidos em caixas de transporte ou estarem usando cintos de segurança próprios que são atados ao cinto de segurança do banco de trás do veículo.</p>
<p>Já com todos a bordo e em segurança, a ordem é boa vigem e curtam as férias!</p>
<p>Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira<br />
Médica Veterinária – UFV<br />
Especialista em Clinica e Cirurgia – UFV<br />
Mestrado em Cirurgia – Unesp – Jaboticabal<br />
Capacitação em Cirurgia Ortopédica &#8211; UFV</p>
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